segunda-feira, 2 de março de 2009

A sociedade no século XIII

Pirâmide Social.

A população portuguesa estava organizada em três grupos sociais muito diferentes, cada um com a sua função social:
  • Clero

  • Nobreza

  • Povo


O clero e a nobreza eram grupos privilegiados porque:

  • não pagavam impostos ao rei;

  • possuíam grandes propriedades;

  • tinham vários poderes dentro das suas terras.


O povo era um grupo não privilegiado porque:


  • não possuia propriedades;

  • pagavam vários impostos.

Semana da Leitura


Vai decorrer de 2 a 6 de Março a Semana da Leitura.
Esta actividade faz parte do Plano Nacional de Leitura e nela participam turmas, professores, funcionários e encarregados de educação.

domingo, 1 de março de 2009

A evolução de Darwin





Aqui fica uma sugestão (talvez para o próximo fim-de-semana): a exposição sobre a teoria da evolução de Darwin.
Eu já fui e aconselho!!
Mais informações:
http://www.gulbenkian.pt/darwin/home.html

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Vem aí o Carnaval!



O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar que tem suas origens na Antiguidade e recuperadas pelo cristianismo, que começava no dia de Reis (Epifania) e acabava na Quarta-feira de cinzas, às vésperas da Quaresma.
O período do Carnaval era marcado pela "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval".
Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
É possível associá-lo às festas de carácter bacanal, celebrações a Baco, deus do vinho, na Grécia antiga, ou as saturnais, festas em honra a Saturno, Deus da agricultura, na Roma antiga.
O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.
Segundo os historiadores a palavra Carnaval originou-se de carne + vale (do latim: caro, carnis = carne; vale = adeus), ou ainda da expressão carne levare ou carnilevamen. As duas expressões têm sentido quase idêntico: suspensão da carne, abstenção de carne.


Há locais onde o Carnaval é muito famoso, como por exemplo: Veneza, Brasil, New Orleans, Alemanha...(que tal pesquisar algo sobre o Carnaval e partilhá-lo aqui no blogue?)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A Floresta


Na disciplina de Língua Portuguesa, a turma vai trabalhar a obra de Sophia de Mello Breyner Andersen, A Floresta.

Aqui fica um excerto da obra para motivar para a leitura:
Era uma vez uma quinta toda cercada de muros.
Tinha arvoredos maravilhosos e antigos, lagos, fontes, jardins, pomares, bosques, campos e um grande parque seguido por um pinhal que avançava quase até ao mar.
A quinta ficava nos arredores de uma cidade. O seu pesado portão era de ferro forjado pintado de verde. Quem entrava via logo uma grande casa rodeada por tílias altíssimas cujas folhas, dum lado verdes e do outro quase brancas, palpitavam na brisa.
Era nessa casa que morava Isabel.
Isabel nesse tempo tinha onze anos e por isso ia todos os dias da semana ao colégio, baloiçando a sua pasta cheia de livros ora numa mão ora na outra.
Mas às quatro horas voltava para casa, lanchava a correr e saía para a quinta.
Isabel não tinha irmãos e por isso sabia brincar sozinha e conversar com as árvores, com as pedras e com as flores.
Todos os dias ela percorria a quinta. No Outono apanhava castanhas esmagando com o pé os ouriços verdes. No Inverno colhia violetas e camélias. Na Primavera trepava às cerejeiras para comer as primeiras cerejas doces, escuras e vermelhas. E também subia às árvores onde todos os anos havia ninhos, ninhos redondos feitos de ervas, folhas secas e penas e que tinham lá dentro quatro ovos verdes sarapintados de castanho. Caminhava por entre o trigo que era como um doce mar, aéreo e leve. Às vezes passava horas a ler sob o caramanchão onde as flores lilases das glicínias pendiam em grandes cachos perfumados rodeados de abelhas. Ou caminhava devagar na luz verde do parque escutando o rumor das altas copas dos plátanos. E conhecia o lugar onde, escondidos entre as ervas e folhas, cresciam os morangos selvagens.
Em geral Isabel brincava sozinha. Mas às vezes passeava com o velho jardineiro chamado Tomé que era seu grande amigo. Tomé ensinava-lhe os nomes das árvores e das flores e Isabel ajudava-o a regar e a arrancar ervas más. E também com Tomé ela ia aos sítios onde não podia ir só. Pois a porta da estufa, a porta do galinheiro e a porta da adega estavam sempre fechadas à chave. Na estufa enorme, sob o telhado de vidro caiado, o ar era húmido e quente. Aí cresciam as avencas maravilhosas, finas e leves, as begónias roxas, as orquídeas verdes e sarapintadas com o seu ar de bichos venenosos, e outras plantas e flores que tinham nomes esquisitos escritos numa placa de alumínio atada aos seus pés com ráfia.
No galinheiro Isabel distribuía o milho e logo uma multidão de galinhas a cercava cacarejando. Então ela gritava «Peru velho». E o peru logo respondia inchando todas as penas: «Glu, glu, glu». E havia sempre uma nova ninhada de pintos amarelos e castanhos. Isabel apanhava-os do chão com muito cuidado, rodeando com as duas mãos o leva calor das suas penas onde palpitava um pequeno coração rápido e aflito.

[...]

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aula de Área de Projecto

Na aula de Área de Projecto todos trabalharam com empenho!

Aqui ficam algumas fotos desse momento.

O Tomás e o Luís (muito concentrados!).

O João T. (a consultar os seus apontamentos).

O Sebastião (com muito juízo!).

A Joana (muito aplicada).

A Iris ( a trabalhar e não a conversar!).

A Carolina (a tentar dar o seu melhor!).
Estas aulas começam sempre em grande confusão de ideias e sugestões, mas depois ...
mãos ao trabalho! Boa, meninos!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A história do chá


O chá é um produto absolutamente sensacional.
Possuidor de muitos atributos pode-se dizer que o chá é uma bebida completa. A cada dia mais atributos vão sendo descobertos com os inúmeros tipos de chá que vão surgindo, para deleite de pessoas, sabedoras dos efeitos benéficos dessa maravilhosa infusão de origem chinesa.


A história do chá remonta aos costumes da velha China onde conta-se ter sido criado por volta de 2.800 anos a. C. por um Imperador chamado Shen Nung, considerado o Pai do Chá, uma vez que, conforme a lenda, o tal Imperador ferveu água para beber ( o que é equivalente a destilá-la apara evitar doenças) e não observou algumas folhas caídas dentro do recipiente de água e, sentindo um aroma delicioso, arriscou a beber o conteúdo, que achou bastante saboroso e assim, passou a fazer experiências com várias folhas e desta forma o chá foi descoberto, passando a ser uma bebida que está presente em quase todas as sociedades do mundo.
Imperador Shen Nung
Mesmo sendo pouco provável esta história/lenda é ela que nos costumes chineses consta para explicar a existência do chá. No entanto, é de se presumir que até chegar ao uso de apenas algumas ervas com propriedades inúmeras, inclusive medicinais, para a infusão, muita gente deve ter morrido tomando veneno puro no afã de descobrir novas ervas e novos sabores.
Assim uma coisa fica bastante clara : o chá é um produto que envolve todo um processo de sabedoria para se chegar até certas infusões que, nos dias actuais, estão à disposição das pessoas.
Alguns tipos de bules: